Como o mercado demanda por carros automáticos, as fabricantes têm aumentado a gama de modelos com essa configuração. Para que você conheça a relação entre hatches automáticos e consumo, listamos as opções disponíveis no mercado e mostramos quais são os hatchs mais e os menos econômicos. O compacto, porém, esbarra na qualidade do acabamento e na falta de espaço interno, apesar do bom porta-malas de 290 litros. A versão intermediária, Intense, é a mais indicada, pois inclui multimídia, câmera de ré e retrovisores elétricos. A versão sugerida, LTZ, perdeu a opção de câmbio manual, mas segue como alternativa com caixa automática de seis marchas, que já era a mais vendida há bastante tempo, sempre acompanhada do motor 1.0 turbo de 116 cv. O HB20 da linha HB20 Sedan equipado com o bom motor 1.0 turbo GDI de 3 cilindros e com injeção direta, com 120 cv e 17,5 kgfm de torque, aliado a um câmbio automático de seis marchas.
Afinal, qual opção anda melhor: HB20 1.0 ou 1.6?

Por isso, mesmo com um preço tão atraente, um pouco mais baixo que o do Fox, não levou o prêmio de melhor custo-benefício. Mesmo trafegando em uma faixa de preços mais elevada e longe de serem populares, os hatches compactos ainda são considerados os carros de entrada do país. E é por isso que as versões mais baratas são as que têm maior participação nas vendas destes modelos – regra que vale também para o Hyundai HB20, recém-renovado na linha 2023. O HB20S 2023 inicia a nossa lista de carros automáticos mais econômicos, mas aqui temos que destacar um detalhe muito importante, ele só alcança um consumo melhor na versão topo de linha Platinum Plus. Atualmente, o Hyundai HB20 é o segundo carro mais vendido do mercado. As versões esportivas hatchback, sedan HB20S e HB20X têm equipamentos atualizados, interiores modernos e opções de motor turbo para competir diretamente com os modelos reprojetados Onix, Argo, Cronos, Ka e Sandero. Desde 2015, o Chevrolet Onix lidera esse ranking, seguido pelos concorrentes Ford Ka e Hyundai HB20.
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Entretanto, para ser mais barata, a versão Sense com motor turbo perdeu bastante em equipamentos em relação à Comfort. Na cabine, por exemplo, há um rádio bluetooth ao invés da central multimídia. Além disso, não há entradas USB-C, vidros elétricos traseiros e porta-bolsas atrás dos bancos. Por fim, o modelo está disponível apenas nas cores branca e preta. O HB20 Limited Plus é a versão topo de linha com o motor 1.0 aspirado flex, que rende 75 cv com gasolina e 80 cv com etanol. O câmbio é sempre manual de cinco marchas que, vale dizer, tem engates fáceis e confortáveis. MOTOR 1.0 TGDI - Aqui tem apenas uma versão com câmbio manual de 6 marchas e três versões automáticas, também de 6 marchas.
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Com o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular é possível verificar quais são os carros 0 km mais eficientes, assim como os que poluem menos. É possível também descobrir quais são os veículos híbridos, que combinam um propulsor de combustão interna a um elétrico, mais econômicos do Brasil neste ano. Acabei de sair de um HB20X automático de 4 marchas e o consumo urbano não passava de 7 km/L, já o rodoviário era parecido com o de cima. Agora tenho um Yaris 1.5 e por enquanto, no mesmo trajeto(+- 20 quadras, parando em 4 esquinas), o consumo é pouca coisa melhor. Faz de 7 a 7,5 álcool na cidade com etanol e pouco mais com gasolina.
- Essas opções vem com o motor 1.3 de até 107 cv e 13,7 kgfm de torque, com câmbio CVT.
- Ela vem com equipamentos como central multimídia de 10 polegadas, rodas de liga leve de 15 polegadas e vidros elétricos nas quatro portas.
- A versão intermediária, Intense, é a mais indicada, pois inclui multimídia, câmera de ré e retrovisores elétricos.
- Enquanto o 1.0 turbo pode ser encontrado nas versões Vision, Evolution, Diamond e Diamond Plus, o 1.6 vem apenas na versão Vision.
- No Onix, esse mostrador é automático, com escolha de temperatura e integração à central multimídia – o que facilita bastante as operações dos motoristas.
- A geração anterior dispunha apenas de motor 1.0 e 1.6, ambos aspirados, agora traz a opção do novo 1.0 turbo de injeção direta.
Carros híbridos mais acessíveis
Também deve-se considerar que o carro automático desvaloriza menos do que o carro com câmbio manual. Depois de ser renovado visualmente e ganhar uma modificação em seu motor, o VW Polo voltou a figurar entre os carros automáticos mais econômicos em nosso mercado. Essas opções vem com o motor 1.3 de até 107 cv e 13,7 kgfm de torque, com câmbio CVT. O consumo com etanol é de 9,0 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada. Já os modelos a diesel, restritos a SUVs e comerciais leves (picapes) também proporcionam ótima autonomia. Cerca de 15 a 20% mais econômicos que os veículos movidos a gasolina, esses comerciais conseguem ter tanque maior, outra boa vantagem. Outra área em que os dois hatches se equivalem é no acabamento. Tirando o fato de os bancos do Chevrolet imitarem couro, nos demais itens os carros empatam em qualidade de materiais e das peças bem acabadas. O modelo mais econômico de sua linha é o Pulse Drive manual, mas a versão Drive automática surge logo em seguida, com um bom consumo. Isso vale, inclusive, para o Chevrolet Onix Premier – versão topo de linha, com rodas de liga leve. Assim, são automóveis populares, de modo que é preciso renunciar a certas comodidades. Entre os equipamentos, há também ar-condicionado, piloto automático, chave presencial com partida do motor por botão, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros, ESP, assistente de partida em rampa e seis airbags. Não há sistemas de ADAS, mas é perdoável para uma das versões mais baratas do modelo. Já o quadro de instrumentos, que é uma novidade da versão Limited Plus, precisa ser explicado com mais cuidado. Apesar de a marca comunicar que ele é digital, não é bem assim. Há uma pequena tela de 4,2 polegadas central para computador de bordo, como diversos outros modelos do mercado.
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Graduado em Letras e em Pedagogia, e Pós-graduado em Didática, atuo com redação desde 2019.Apaixonado por carros e amante da escrita, pude unir minhas duas paixões por aqui. Nas versões de topo, os consumidores podem projetar a tela de seus smartphones sem a necessidade de utilizar cabo. O HB20, por seu turno, vem equipado com um painel que se assemelha ao digital, sendo muito parecido com o que foi utilizado na geração anterior do Onix. O HB20 tem um design mais refinado, oferecendo materiais com aspecto agradável, ao passo que o acabamento do Onix pode ser considerado menos primoroso. O HB20 reúne uma ampla gama de recortes – todos em ângulos fechados – assim como vincos marcados em seu conjunto (que é consideravelmente mais confuso). Vamos conferir alguns prós e contras de cada modelo, a seguir. Para compensar, a potência do Hyundai HB20 é superior e os motoristas se sentem mais confortáveis ao dirigir. Para começar, o motor 1.6 do HB20 vai deixar de ser fabricado no Brasil. Porém, antes de você deixar esta página, saiba que essa pode ser uma boa notícia para quem quer comprar carros usados da Hyundai. Na dúvida sobre qual modelo da Hyundai HB20 levar para casa, o Review Auto foi atrás das versões 1.0 turbo e 1.6 aspirado para trazer alguns detalhes para você. A criação da Stellantis fez bem ao Peugeot 208, que passou a oferecer o bom motor 1.0 de 75 cv da Fiat. A intenção era dar um gás nas vendas e deixar o bem desenhado compacto menos raro nas ruas. Mas o preço não ficou tão atrativo quanto se poderia esperar. Ao analisar este Hyundai HB20 1.0 Sense, aparece a inevitável questão da central multimídia.